PRO INNO EUROPE



Portugal é considerado um país inovador moderado, apesar do desempenho da inovação se encontrar abaixo da média da União Europeia, no entanto apresenta uma taxa de melhoria três vezes maior do que na EU, representando uma posição de liderança em crescimento no grupo dos inovadores moderados. Um dos pontos fortes do nosso país comparando o desempenho médio com outros países é o apoio das Finanças como suporte aos inovadores.

Nos últimos 5 anos, os principais impulsionadores da melhoria do desempenho da inovação foram os recursos humanos e os investimentos firmes e produtivos, derivado ao forte crescimento no S & E e SSH graduados (15,8%), S & E e doutorandos SSH (16,9 %), Business R & D (26,3%) e patentes do IEP (16,4%). O desempenho de Portugal noutras dimensões tem aumentado a um ritmo mais lento, não se verificando melhorias significativas.

Candidaturas ao SIFIDE

A INOVAZ, no ano de 2010, vincou a sua posição no mercado relativamente às candidaturas ao SIFIDE. Este facto deve-se a um aumento de 132% de novos clientes, face ao ano anterior.

Apesar da exigência crescente da Agência de Inovação, a taxa de aprovação actual da INOVAZ ronda os 90%, o que confere à empresa um grau significativo de confiança e desempenho bastante eficiente.O montante total solicitado, tem vindo a crescer, rondando actualmente os 9 milhões de Euros, tal como representa o gráfico em baixo.

Novo serviço Inovaz – RFAI

INOVAZ apresenta um novo serviço, dando assim continuidade à sua competência e experiência em projectos de consultoria na área da Inovação e Investimentos empresariais.

RFAI, trata-se de um sistema específico de incentivos fiscais ao investimento realizado em 2009 em determinados sectores de actividade, designado por regime fiscal de apoio ao investimento realizado em 2009.

O incentivo fiscal RFAI, possibilita deduções fiscais que podem ir até 20% dos montantes investidos em 2009, além de isenções em sede de IMI(Imposto Municipal sobre Imóveis), IMT(Imposto Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis) e imposto de selo.

Para mais informações, consultar RFAI, na página de o que fazemos.

INOVAZ e SIFIDE

A INOVAZ esteve recentemente presente numa reunião com o Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Professor Mariano Gago, que decorreu nas instalações do Hotel Ritz em Lisboa, em que foram discutidas possíveis alterações a introduzir no novo SIFIDE.

Na reunião mencionada, fez igualmente parte da “ordem de trabalhos”, a apresentação, aos presentes na sala, dos resultados do SIFIDE no período que leva de vigência.

Nesse sentido, a INOVAZ possui uma taxa actual de aprovação muito superior à da média nacional que é cerca de 70%. Os clientes da INOVAZ correspondem a cerca de 5% das empresas que submetem candidaturas ao SIFIDE, com um crédito fiscal apurado de cerca de 3% do total nacional.

Presente e Futuro do SIFIDE

Presentemente, a proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2010 inclui o reforço (previsto no programa do Governo) do incentivo fiscal à ID empresarial no que respeita à contratação de doutorados por empresas.

Assim, é ampliada excepcionalmente para este fim a taxa incremental de dedução à colecta prevista no artigo 4.º da Lei que regula este benefício (Lei n.º 40/2005, de 3 de Agosto) para 70% sempre que estejam em causa despesas incorridas com a contratação de doutorados, ampliando-se igualmente o limite deste incentivo para 1,8 milhões de euros.

Por outro lado, o diploma que cria o Sistema de Incentivos Fiscais à ID Empresarial (SIFIDE) tem um prazo de validade que termina no final do ano em curso.

SIFIDE – Alterações na legislação

Na Lei 10/2009 de 10 de Março, o artigo 12º aumenta a taxa de base de incentivo de 20% das despesas realizadas no período da candidatura para 32,5% e aumenta também o limite da taxa incremental de 750.000 € para 1.500.000 €. Esta alteração aplica -se apenas às despesas realizadas no período de tributação que se inicia em 1 de Janeiro de 2009, portanto às candidaturas agora em período de submissão.

No Orçamento para 2010, em aprovação, é fomentada a contratação pelas empresas portuguesas de profissionais com o doutoramento, ampliando-se excepcionalmente para este fim a taxa incremental de dedução à colecta prevista no artigo 4.º da Lei que regula este benefício (Lei n.º 40/2005, de 3 de Agosto) para 70% sempre que estejam em causa despesas incorridas com a contratação de doutorados, ampliando-se igualmente o limite deste incentivo para 1,8 milhões de euros.

Candidaturas ao SIFIDE

O ano de 2010 está a começar em grande para a INOVAZ e, só no mês de Janeiro, já existiu um aumento de 24 % de novos clientes que confiaram na nossa experiência e adjudicaram connosco a sua candidatura ao SIFIDE!!

Lançamento do website www.sifide.com.pt

sifideinov

A INOVAZ procedeu ao registo do web-site www.sifide.com.pt para melhor dar a conhecer aos seus clientes (e potenciais clientes) os benefícios deste programa de apoio e incentivo a empresas que apostem na investigação e desenvolvimento dos seus produtos e/ou no desenvolvimento dos seus processos.

Neste website poderá encontrar o Decreto-Lei que o regula, bem como informação adicional sobre I&D, como o Manual de Frascati que valida o que é ou não Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI).

INOVAZ nas redes sociais

A INOVAZ encontra-se contactável em diversas redes sociais:

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SIFIDE – Inovação na ordem do dia!

De acordo com os dados divulgados do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional de 2007, constata-se um acréscimo contínuo do número de empresas portuguesas com actividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D), que passou de 940 em 2005 para mais de 1700 em 2008. O investimento das empresas quase que triplica entre 2005 e 2008 e cresce 22% entre 2007 e 2008, alcançando €1,2 mil milhões. A despesa das empresas em I&D representa agora 0,76% do PIB (0,62% em 2007), significando cerca de metade da despesa nacional total nesta área.

Em consequência, a despesa total do país em investigação atingiu 1,51% do PIB em 2008, um total de €2,5 mil milhões, valor que supera os níveis de despesa em I&D registados em Espanha (1,27%) e Irlanda (1,31%) em 2007.

Este milagre, num país avesso ao risco e à inovação, deve-se sobretudo à reintrodução no Verão de 2005 do sistema de incentivos fiscais à I&D nas empresas, SIFIDE, que foi actualizado e aperfeiçoado em 2008. O sistema possibilita uma dedução fiscal que pode atingir 82,5% do investimento em I&D e é um dos mais competitivos da Europa. Resultado: desde 2005 mais do que duplicou o número de empresas que a ele recorreram relativamente ao período 1997-2003.

Para ler mais, ir a:
http://aeiou.expresso.pt/o-sucesso-de-gago-e-da-cotec=f550092

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=33563&op=all

http://www.semanainformatica.xl.pt/951/act/100.shtml

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